“Na nossa América não existe coincidência, nem acaso na política”, por Mempo Giardinelli

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O argentino Mempo Giardinelli, do qual só ouço falar agora, acompanhando o site do Nassif, traz uma análise importante sobre o que se alastra pela América Latina, em especial nos países que têm governos de esquerda, como resultado de alguns “especialistas” em democracia. Mempo é um escritor premiado. Dois vídeos, que mostram a influência do protagonista na derrubada de governos em todo o mundo, o americano Gene Sharp, “Como fazer uma revolução” e “O negócio da revolução” complementam o artigo de Mempo. Surpreendente, muito elucidativo das práticas malcheirosas da direitona em todo o mundo.

http://jornalggn.com.br/blog/jota-a-botelho/o-obscuro-cidadao-sharp

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Mais um grupo de mídia vai investigar Swissleaks: Globo

Risível, cômico, mas é o que mais se vê no mundo, hoje: hipocrisia. Veja o link, extraído do site do Luis Nassif:

http://jornalggn.com.br/noticia/mais-um-grupo-de-midia-vai-investigar-swissleaks-globo

Relato aterrador das proezas dos Estados Unidos no Iraque

Nem comento, vejam vocês mesmos.

http://jornalggn.com.br/fora-pauta/o-uranio-as-criancas-e-o-silencio

Bob Fernandes e todas as culpas sobram para o PT

Não é tão recente, mas nada perdeu em atualidade. Veja esta quase crônica do Bob Fernandes, na TV Gazeta, em que ele demonstra como se fabricam culpados neste país e transformam corrupção verdadeira em histórias da carochinha.

Vá ao link: https://www.youtube.com/watch?v=JjnNyR_D9Rc

Contra as cotas? Vamos voltar um pouco na história…

O artigo é do jornalista e historiador Tau Golin, publicado inicialmente no blog Sul21 e postado também no Luis Nassif Online, um dos sítios de notícias mais diversificados que conheço e aprecio.
Nada como um pouco de história, conhecimento e percepção para ver o passado e compreender (compreender???) o presente.
Segue o texto no link abaixo:

http://jornalggn.com.br/noticia/os-cotistas-desagradecidos#comment-339483

Vira-latas, eu? Sai fora, colonizado!

A autora do texto indicado abaixo, publicado no site Luis Nassif Online, é Bruna Santos, mestranda em Administração Pública na Universidade de Columbia, pesquisadora no projeto Public Management Innovation entre os Columbia Global Centers do Rio de Janeiro, Pequim e Mumbai e sócia-fundadora da empresa Ethos Intelligence, dedicada ao monitoramento e avaliação de projetos de impacto social.

Meu comentário: Ótimo artigo, esclarecedor. A propósito, vira-latas, eu, um brasileiro? Que vista a carapuça quem se sentir inferiorizado por ter esta nacionalidade. De minha parte, QUERO COPA, QUERO DILMA 2014.

Vamos logo ao texto, acesse:

http://jornalggn.com.br/noticia/o-passo-a-frente-na-democratizacao-do-rio-grande-do-sul

Documentário Dom Helder Camara – “O Santo Rebelde”

Vídeo abaixo, sobre a figura ímpar de Dom Helder Camara, foi divulgado no Luis Nassif online, enviado por Ricardo_Ribeiro. E bota rebelde neste religioso que, em vida, não teve medo e nem se deixou subjugar pelos poderosos, em defesa de seu povo e do Brasil.

http://jornalggn.com.br/noticia/dom-helder-camara-o-santo-rebelde-um-documentario

Do Luis Nassif: Para BBC, Dilma é uma das líderes mais poderosas e menos compreendidas do mundo

http://jornalggn.com.br/noticia/para-bbc-dilma-e-das-lideres-mais-poderosas-e-menos-compreendidas-do-mundo

Brasil, Brasil!

Quero Copa, quero Dilma. Quero a taça, mas posso perfeitamente sobreviver sem ela. Quero Dilma, embora também possa sobreviver sem ela. Mas não sou o único habitante deste País. É pelos outros, pelos milhões de brasileiros que passaram a trabalhar, almoçar e jantar, morar na casa própria, passear e consumir.

O frio e o marlim

O inverno nos toma pelos pés, escala as pernas, sobe pelas coxas, cinge o pescoço, ruboriza o rosto. Mas, é bom vê-lo de novo. Mais impetuoso que em anos passados, é bem verdade. E fustigando os mesmos de sempre: os que congelam sob os viadutos, os que se vestem em mortalhas de papelão, os que madrugam em desespero olhando desolados os campos recobertos de gelo que faz o verde arder ao Sol. Baixas temperaturas que, vejam só!, também movimentam as agências de viagem, com a comercialização de milhares de pacotes turísticos, levando pequenas multidões em direção às regiões mais frias do Sul, alojando-as em chalés aquecidos, suítes com acomodações luxuosas, tendo os estômagos massageados por revigorantes foundues e vinhos selecionados, abraçados por roupas quentes, extasiados com elegantes passeios que desvendam paisagens encantadoras, cada minuto e pose armazenados na memória das câmeras de última geração.
Ah, frio, como acusá-lo de aquecer poucos e flagelar tantos? Fazes o que te cabe neste ciclo de estações programado pela mama natureza. Nada tens a ver com o sombrio do espírito humano, este sim a cada ano mais insolente, incapaz de cobrir, agasalhar ou ninar, a não ser quando premido por campanhas que mostram a solidariedade como um lembrete apenas circunstancial da nossa efêmera capacidade de sentir e compartir.
Cubro os olhos com o cobertor, afago o edredom, enlaço o travesseiro, de onde emana o perfume suave do amaciante. O vento cortante não me é a chibata que corta, dilacera a pele. Ainda assim, fere a alma, sangra o profundo, envergonhado lado avesso da faceta quase feliz, quase ajustada ao sistema – ainda que em evidente descompasso com ele – de um ser com validade quase vencida, que, quase consciente disso, persiste teimoso em não se entregar ao universo e dele ser não as escamas prateadas que cintilam, mas o peixe, um marlim valente que vende caro a liberdade.
Com vocês, meus amigos e amigas, o frio. O marlim, ou a resignação.