“A desnacionalização da indústria bélica”

Quando li este artigo, no final de agosto, no site do Nassif, me assustei. Logo verão que não foi sem razão. Mesmo sem grandes informações sobre a situação do Brasil neste aspecto – da indústria bélica – nunca deixei de acreditar que vivemos perigosamente se levarmos em conta nossa capacidade de defesa. Impedidos de fabricar armas atômicas, estamos inteiramente à mercê do poderio militar das chamadas grandes potências, que também nos recusam, há decadas, assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Não faz tanto tempo o panorama, aqui, era outro. Mas os adversários e inimigos de amanhã, que hoje se escondem em discursos pacifistas enquanto sustentam guerras contra países que têm o que lhes interessa (petróleo, principalmente) e o que não lhes interessa (regimes que abominam a cultura ocidental disseminada em inglês), estão se armando o quanto podem. Sabiam que mais de 150 países acataram a soberania marítina brasileira, que avança 200 milhas a partir do nosso litoral, e que um só a recusou, justamente os Estados Unidos? É lá que está o Pré-Sal. O artigo a que me refiro, sob o título “A desnacionalização da indústria bélica” é para ser compartilhado.Profético.Basta juntar os cacos para se ter o mosaico completo diante dos nossos olhos. Bem, melhor do que comentar é ler o artigo, tão esclarecedor quanto preocupante. E bota preocupação nisso.

Veja aqui: a-desnacionalizacao-da-industria-belica

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