No escurinho do STF, a tramóia

Sem medo de ser feliz, ainda que deixe à mostra um corporativismo inadmissível numa sociedade que se quer democrática, o STF vai com tudo para cima do CNJ – Conselho Nacional de Justiça, cujo “crime”, tendo à frente a ministra Eliana Calmon, é querer (e levar a cabo) investigar a vida de juízes que enriquecem muito além dos que seus proventos permitem. Ele, o STF, ou parte dele, como se verá no artigo publicado no Sem Fronteiras e divulgado no Blog do Nassif, corre no vácuo da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), nome pomposo para uma entidade que quer, a todo custo, sepultar o CNJ. A discussão promete. Enquanto isso, a Associação dos Juízes pela Democracia, esta sim comprometida com que o nome sugere, rema no sentido de fazer valer as letras da Constituição de 1988, que dá sustentação ao CNJ. A desconfiança que assola o cidadão comum, quanto aos caminhos tortuosos que percorre nosso judiciário, não é desprovida de razão. Veja o artigo: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/no-apagar-das-luzes-de-2011-supremo-acende-a-discussao#more

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