Frases (aparentemente) soltas…

Não me fio em dinheiro. Prezo o afeto, a solidariedade, o caráter, a franqueza, a lealdade.

Conjugo o verbo. E, no entanto, é na ação que vejo a luz ou a treva.

Aprecio a ingenuidade, a inocência. Mas, abomino quem se serve delas como arma de submissão.

Creio no idealismo e desconfio dele quando servido ao gosto do freguês.

 Adoro a rebeldia. É ela que não nos deixa reféns da imobilidade e da acomodação.

Aceito as meias-verdades, desde que não adormeçam placidamente em nossa bagagem de vida sem merecerem revisão à luz de novos e coerentes argumentos que surjam adiante.

Confio, sim,  em Deus, mas não naqueles que se apresentam como seus porta-vozes e o trancafiam em religiões.

Não desdenho das migalhas, dos cacos, das aparas. Sei que já formaram  um todo em algum momento.

Vitórias e derrotas, certezas e dúvidas, vigor e desatino são o mundo interno, de cada um, em formação. É a dinâmica da evolução em curso.

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