“À margem do rio dos Mortos”

Ruy Carlos Vieira Berbert. Paulista de Regente Feijó. Nascido em 1947. Enforcado em 1972, numa cidadezinha de Goiás, hoje no mapa de Tocantins. 

Para alguns pseudo-esquerdistas de hoje e os direitistas de sempre. Para jornalistas-urubus. Para os que que não se comovem diante da vida, diante da miséria, diante dos meninos e meninas heróis que sucumbiram sob o jugo da ditadura militar para lhes garantir, inclusive, o direito efêmero de chafurdar na mediocridade proposta pelos patrões e alardear  a pose que, diante de seus discípulos e admiradores, os faz crer serem vencedores. Para, enfim, os “maus de espírito”, que não aceitam a guloseima fácil, sempre à mão, do “não tenho nada a ver com isso”.   

Leiam na Carta Capital “À margem do rio dos Mortos”

http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/a-margem-do-rio-dos-mortos-parte-1

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