Serra quer Lula contra a violência ou: PIG, PSDB e DEM pedem habeas corpus ao STF. Cadê o Gilmar?

Alto! Quem vem lá?

Mentalize que você está vendo um tucano na imagem...

Deu na Folha on-line desta sexta-feira, 23: Serra diz que governo federal deve “entrar com tudo na guerra” contra a violência, justificando que “a situação é muito grave”. E vai até um pouco além, propondo a criação de uma “universidade da segurança pública”. Bom seria se ele desse mais legimitidade ao que reivindica, começando por trazer à luz o que ocorre dentro das prisões paulistas, mas que a opinião pública desconhece, já que o ex-governador e futuro candidato derrotado à presidência mantém guardado a sete chaves nos cofres da grande mídia, sua fiel e dedicada companheira de todas as horas.

Quando pede que o governo entre com tudo na guerra contra a violência, ajuizando que a situação é muito grave, o placebo Serra certamente não se refere ao combate à virulenta ação da grande mídia, do PSDB e dos demos que o referendam na tentativa de manipular a opinião pública, através de seus próprios institutos de pesquisa (Ibope e Datafolha), descontruir a imagem de Dilma, do governo Lula e todos os seus “inimigos”.  A semana, aliás, foi pródiga em exemplos da “violência” que, seguramente, Serra não deseja combater: aquela dirigida contra as instituições democráticas, o Estado de direito, o povo brasileiro e o futuro do país. Exemplos como o da “insuspeita” Veja-vu, que entrega sua capa e as esperanças de anos fartos do Grupo Abril ao novo “queridinho” do “Brasil pode mais”, ou, da primorosa peça “publicitária” adúltera da Globo (eterna garota-propaganda da direita) que, levada ao ar domingo passado, dia 10, numa encenação grotesca de apoio à campanha serrista, foi retirada do ar horas depois, diante dos protestos que fervilharam na blogosfera.    

Esta violência a que se refere Serra decorre, desde a origem, de governantes como ele, o candidato das elites locais e estrangeiras à sucessão de Lula, que menosprezam as leis (isto, quando não as têm. literalmente, nas mãos) e fazem da democracia uma latrina.  Quanto à “universidade de segurança pública”, é desnecessário imaginar que tipo de grade curricular seria ofertada por uma instituição dessa natureza num governo comandado por essa gente: afagos para os grandalhões e porrada nos movimentos sociais. Claro, com professores, mestres, doutores e PHDs recrutados diretamente no Pentágono e CIA.

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